FLORIANÓPOLIS, SÁBADO – 01 DE NOVEMBRO DE 2025: Meu ultimo dia na ilha da magia.
Quando cheguei na capital catarinense me fiz uma pergunta muito específica, por que Ilha da magia? Demorou um pouco para que eu encontrasse esta resposta.
A geografia de Floripa a torna única. É uma capital com um centro urbano fervoroso ao lado do continente, mas ao mento tempo, ostenta vilarejos ricos em cultura e belezas naturais. O lado ruim é a logística. Quando cheguei precisei realizar mais uma hora de viagem da rodoviária até o Patz Houz na Barra da Lagoa, o Hostel onde passei esse mês de outubro.
O clima não esteve ao meu favor, sempre nublado e friorento acabei optando por não sair muito. Claro, o fato de não ser muito de festas e noitadas também contribuíram. Além de ainda estar me adaptando a esta nova rotina de mochileiro sem muito dinheiro no bolso.
Mas uma boa vivência é composta principalmente de boas pessoas, e aí onde está a magia da ilha. As pessoas que ela atrai.
Apesar de ainda não compreender qual a ligação da marijuana com uma vida próxima a natureza estragando meus fim de tarde em trilhas e praias com aquele cheiro de mato queimado. São pessoas de espirito leve e abertas ao próximo.
São viajantes, nômades, aventureiros nacionais e internacionais que amam explorar o novo, conviver com o diferente pois é assim que se sentem vivos. É neles que a magia mora. Por isto prefiro dizer que Florianópolis é a ilha que atrai a magia.
Logo mais pego ônibus para meu proximo destino mas já com sentimento de saudades. Não da cidade em si, mas das pessoas que ela me proporciona conhecer.

