O Nascimento de ALUF, o Contador de Histórias

Já se fazia dias que caminhava pela mata fechada em busca de algo para buscar. Subindo pedras na costa de uma montanha avisto a entrada de uma caverna enorme. Ainda fraco pelos dias sem comer escorrego caverna abaixo.

Isolado no escuro, sem comida, sem água. Só eu e a solidão.

Um fogo acende. Um granido profundo ecoa pelas paredes de pedra. Um caminho se revela. Um caminho cheios de teias tramadas. Resolvo seguir pois é a ultima opção que me resta.

Uma brisa gelada pulsa em minha direção arrepiando minha pele. Era a respiração ofegante de uma criatura gigante no fim daquele túnel. Despertada após milênios de hibernação. Seus olhos abrem e sua feição de touro se revela na escuridão

Suas tramas tecidas há muito adormecidas começam a me envolver. Histórias de séculos passados, e séculos futuros agora circulam pelas minhas veias me fazendo renascer na pele de ALUF, O contador de histórias.